HAARP - Arma climática de produzir Desastres naturais.




O HAARP utiliza uma tecnologia de ondas de radio super - potentes, concentradas num raio e aquecendo zonas da ionosfera, as ondas eletromagnéticas regressão então a superfície terrestre penetrando em tudo (seres vivos ou não)  



Digamos que é um "aquecedor" ionosférico.  



Podem modificar a composição molecular de certa região da atmosfera, dar-lhes uma predominância maior, por exemplo podem ampliar artificialmente as concentrações de ozono, de nitrogenio e mais gases. 


As emissões de alta Freqüência do HAARP podem causar danos desconhecidos e gravíssimos a ionosfera, e no campo magnético terrestre.

Por meio dessas antenas haarp abaixo (36 antenas no total) podem transmitir bilhões de watts de energia para a atmosfera, fazem ferver a ionosfera transformando-a numa "antena", e enviar reflexos de volta para a terra. Enviam para o alto ondas ELF, de Freqüência ultra baixa, mas elas regressam em ondas longas, podem posteriormente enviar enormes quantidades de energia para onde queiram.

  

Em breve essas tencionam aumentar o numero de antenas, chegando a 360.

COMO SE DÁ UM ATAQUE CLIMÁTICO.
Além do Haarp, já existem outras armas para alterar a natureza e causar desastres.

Relâmpagos direcionados.
Está em teste nos EUA o uso de foguetes direcionados para disparar relâmpagos e direcionar sua rota para atingir alvos.
Terremotos direcionados.
As ondas de baixa frequência emitidas pelo Haarp fazem com que as placas tectônicas vibrem, o que provoca terremotos. O efeito é igual ao provocado por sopranos que estouram taças cantando. No alto mar, mover as placas pode resultar em ondas engolidoras e tsunamis artificiais.
Secas e aquecimento da temperatura.
com óxido de metal lançados por aviões e taques com ondas de baixa frequência do Haarp, é possível alterar a temperatura do céu e impedir a formação de nuvens, impondo secas drásticas e prolongadas. Outra alternativa e aquecer com as ondas diretamente a ionosfera, uma das camadas da atmosfera, e, assim alterar correntes de ar e pressão, impedindo a passagem da umidade.
Enchentes.
Aviões lançam iodeto de prata na ionosfera, o que facilita a condensação de vapor e fornece o peso necessário para as gotas caírem.
Furacões.
Também pela manipulação da ionosfera, do controle das zonas pressão e temperatura, seria possível definir o caminho e a intensidade de um furacão.  

Abaixo veja uma reportagem da Rede Record sobre o projeto Haarp.  



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